sábado, 14 de maio de 2011

Nota de Esclarecimento

Estes últimos dias sem posts novos foram devidos às dificuldades de acesso que o serviço Blogger vinha enfrentando...

Gostaria de agradecer aos leitores que cobraram via msn e twitter novas postagens...

Pretendo regularizar isso o mais rápido possível...

Em breve novos textos, poesias e reflexões para todos...

Obrigado pela paciência e compreensão.

Daniel Ribeiro

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Colcha de Retalhos...

E o amor? Ah como posso dizer? O amor é indecifrável...

Ele nasce do mais singelo olhar e do puro desejar...

É diferente de tudo que há...

Lembro de olhos cor de mel que me fizeram tremer um dia...

Um Brasil de beleza e ternura: voar nas asas da paixão...

O amor é feito de vários retalhos de paixões descabidas

Que pelo tempo foram reprimidas...

O amor encontra o carinho de um beijo, o sorriso entreaberto

Fotos antigas, fotos novas... Tempo presente ou pretérito incompleto

Ó pedaços de minh'alma que se perderam no espaço,

Voltem e se costurem formando uma colcha de paixões...

Eu quero amar! Sem medo, sem amarras, sem prisões!

Os distúrbios externos buscam me enfraquecer...

Teu sorriso sincero não quero nunca esquecer....

Trasntornado, o coração busca linhas para costurar o tempo!

Busca esperanças para justificar os acontecimentos...

Te quero! Sim, de fato! Te espero!

Um sorriso inocente, uma boca dormente... Tacacá...

E o Sol? O que ele pode um dia nos roubar?

Mistérios nunca antes desvendados pelo teu olhar...

Pouco te conheço... telas frias e imagens estáticas...

Pele... Cheiro... Aroma... Pudor...

Desconheço o medo de amar quem nunca amou!

Desejo o voluptuoso sentimento maternal da vida!

Eva! Mãe! Pecado! Perdão! Amor! Paixão!

Crônicas são lidas nos jornais como carros pelas ruas...

Apenas passando... Sem nomes ou destinos certos...

Perdidos, com o peito aberto!

sábado, 7 de maio de 2011

Mãe...


Mãe,

Eu não me considero um exemplo de filho... Não fui o melhor aluno na escola... Minha DDA colaborou para isso... Não fiz a faculdade que minha mãe sonhava, não casei com a mulher que ela queria... (não casei com nenhuma, ainda). Não posso me julgar como um bom filho, não mesmo... Sempre fui e ainda sou muito rebelde, não levo desaforo pra casa, nem da minha mãe... E talvez seja por isso que a gente se dá tão bem...

Minha mãe é a minha grande amiga! Talvez a única amiga que eu tive e terei na vida! A gente briga, discute e por mais que a coisa fique feia sempre rola um abraço, um pedido de desculpas, juras de amor eterno e as caras mais lavadas do mundo dando risada como se nada tivesse acontecido... Não sei como é a relação com a sua mãe... Com a minha é assim! 

Muita gente pergunta porque eu chamo minha mãe de "BIDÚ", bom, nem eu sei... Só sei que eu chamo e vou continuar chamando... Ela é minha bidú! E minha mãe sabe o filho que tem: mimado, egoista, comilão, bagunceiro... E faço uma pergunta: Quem não é assim? Quando se está na casa dos pais sempre somos mimados, sempre queremos atenção, se deixar marcando na geladeira, você não vai comer? E fala sério, quem nunca jogou a toalha molhada em cima da cama e foi pra aula?

E toda paciência do mundo não chega nem perto da paciência de uma mãe... A da minha então nem se fala, só em ter que me aturar, um marmanjo de quase 27 anos, morando na casa dela já é demais! E por falar em paciência: A gravidez que me trouxe ao mundo foi de alto risco, minha mãe teve que passar boa parte dela internada, tomando medicamentos para evitar o aborto. Sim, devo minha vida à minha mãe que foi guerreira, que lutou para ter o filho...

Mesmo que o filho nascido não seja dos mais bonitos como ela mesma diz, foi melhor assim. Minha mãe nunca se arrependeu de não ter permitido que a gravidez fosse interrompida. E como isso me faz feliz (e vivo)... Só posso dizer obrigado, agradecer por estar aqui, dividindo minhas histórias e meus devaneios com você, tenho que agradecer a Deus por me presentear com uma Mãe... uma Mãe de verdade! Eu não mereço a mãe que tenho e minha mãe não merece o filho que tem... Ela merecia coisa melhor e eu, bom, eu talvez  nem merecesse ter mãe...

É madrugueiros e madrugueiras... Como anda a sua relação com sua mãe? Mesmo que ela não esteja mais entre nós... De algum modo as pessoas que morreram permanecem vivas dentro da gente... Qual foi a última vez que você disse "eu te amo" pra sua mãe? Algum dia já disse isso? Ou tem vergonha de assumir os sentimentos? Ou este amor não existe? O que você está esperando pra ligar pra sua mãe e pedir desculpas por aquela ofensa desnecessária? Onde fica a humildade nesta hora?

O que te impede de procurar tua mãe e agradecer de coração por ela simplesmente ter permitido que você nascesse, o que te impede de perguntar a ela se ela tá precisando de alguma coisa, o que te impede de dar um abraço nela, um beijo? Pense em tudo que ela já fez por você e passe a vida inteira tentando retribuir em gratidão e ainda assim não será capaz de compreender todo o amor que ela tem por você!

Mãe é algo sagrado! Se não fosse, o Filho de Deus não precisaria de uma...

Obrigado por tudo minha Bidú! Te amo muito minha velha! 

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Música à Ribeiro


Este clipe me emociona... São lindas histórias de amor, paralelas, coexistindo... Abaixo o refrão, e sua tradução... Não sei porque mas hoje lembrei desta música e compartilho com vocês, espero que gostem.

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When you're gone the pieces of my heart are missing you - Quando você vai embora, os pedaços de meu coração sentem saudades de você

When you're gone the face I came to know is missing too - Quando você parte, o rosto que eu cheguei a conhecer se perde também

When you're gone the words I need to hear  to always get me through the day - Quando você parte, as palavras que preciso ouvir  para sempre me fazer superar o dia

And make it ok - E fazê-lo ficar bem

I miss you - Eu sinto sua falta (Saudade)

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Direto do Túnel do Tempo...

Sabe aquele desabafo que você ensaiou, quis dizer e até escreveu? Abaixo tem um direto do túnel do tempo...

ps.: todo o texto abaixo foi escrito em 24 de maio de 2007. É um assunto já superado, estou postando apenas porque achei bonito e não lembrava de ter isso guardado aqui... 

Chorando.

Não importa o tempo que passe, não sei há quanto tempo esse sentimento mora aqui dentro de mim, sei apenas que não dá pra te tirar da cabeça, do coração, da alma... seu olhar doce e seu sorriso inocente, suas mãos sempre quentes e com as unhas sempre bem feitas com desenhos de flores que você mesma fazia... não sei quanto tempo tive você ao meu lado, não sei por quanto tempo vou ter lembranças de você, na verdade sei muito pouco sobre você, não te conheço mais, não faço mais parte da sua vida, (não sei por que estou chorando, mas não queria estar), tudo que sempre quis foi ter você, procurei em todos os rostos beleza igual a tua, mas em vão, amei todas as mulheres que pude na intenção de te esquecer, mas em vão. 

E aqui estou, séculos depois do ultimo beijo, anos depois de ter dito o quanto te amo, aqui estou, afundado numa cama, com os olhos pulsando lágrimas e com o coração batendo acelerado pelo simples fato de contemplar uma foto tua que surgiu por acaso na minha frente. E como já li em um livro “por você faria isso mil vezes”, por você eu morreria, mataria, abriria mão de tudo que tenho e de tudo que conquistei apenas, pelo simples momento de ser amado por você, nada me faria mais feliz que um simples olhar, apenas cruzar meu olhar com o teu e não ver em teus olhos aquele ar de desprezo e reprovação... 

Quanta saudade daquele olhar apaixonado que você tinha quando nos conhecemos, aquele olhar de admiração por cada palavra que saía de minha boca, aquele olhar de felicidade ao me ver chegar, os olhinhos castanhos brilhando e o seu lindo sorriso se abrindo em minha direção com a intenção de me beijar, não se importando se tinha alguém nos vendo ou nos condenando por sermos de mundos diferentes... Não! Não! Não posso continuar a morrer assim... não quero ser um cadáver sobre estes lençóis, nos teus lábios tem o remédio que pode me devolver a vida e o sorriso largo nos meus lábios grossos e ressecados pela espera do toque dos teus. (não consigo parar de chorar!) tudo que eu quero é você! Apenas você! 

Não me importa o dinheiro, a fama, os diplomas, de quê adianta tudo isso se minha vida sem você não existe? Não posso nem ouvir teu nome que me tremo dos pés a cabeça... não esqueço dos dias que vi, de cada um deles... dos seus movimentos, da forma como você sorria, queria estar morto para não ter que sofrer com essa dor, com essas lágrimas. Ah como queria poder te ver novamente, saber notícias tuas, conversar, adorávamos conversar... me pergunto se você lembra de mim, se alguém te pergunta por mim como me perguntam por você, se eu sou assunto de alguma conversa sua com alguém, e me pergunto se nessas conversas você se refere a mim com ódio e desprezo... (como dói

Amanhã é meu aniversário e sinceramente não sei se tenho algo pra comemorar, não tenho nada além de um vazio imenso em meu ser, algo como um buraco negro que cresce e não pára de consumir tudo à sua volta... Ghandi dizia que “o amor é a força mais poderosa do mundo”, mas me pergunto por que me sinto tão fraco mesmo tendo tanto amor dentro de mim, como me sinto incapaz de mover um só dedo... alguns chamam de depressão, outros de frescura, eu chamo de morte... a morte é a ausência de vida, e nada mais se encaixa nessa situação que isso... 

Minha vida, você, não está comigo, e conseqüentemente não tenho vida: estou morto! Morto de amor por alguém que me despreza e que não me deixa sequer chegar perto, que condena tudo que eu faço, que me xinga e me humilha com as mesmas palavras, aquele velho discurso bem ensaiado do “acabou mesmo!”, aqueles olhos que desprezam, que criticam, que machucam, já foram os mesmos olhos que me viram chorar de amor e de alegria por ter te encontrado, que contemplaram o meu sorriso toda vez que te via, foram os mesmos olhos que brilhavam cada vez que eu dizia “te amo”, estes mesmos olhos que viram outras pessoas, que brilharam para outras pessoas ao dizerem a mesma frase, foram os mesmos olhos que choraram por outras pessoas e que por mim nunca derramaram uma lágrima sequer... 

Esses mesmos olhos castanhos que me cativaram e me deixaram completamente apaixonado... esses olhos que hoje não sou capaz de olhar para não ver neles mais gelo e desprezo, são esses mesmos olhinhos puxados que se apertam quando você sorri que eu gostaria de poder ver novamente com aquele brilho do nosso primeiro beijo à sombra de uma árvore num fim de tarde... são os mesmos olhos que povoam meus sonhos e que também estão presentes nos meus pesadelos (vou parar para poder me recompor, não paro de chorar, não dá! Dói muito!) (...) 

Por que seus olhos são tão lindos? Nossa! Por que desprezar um amor tão puro? Tão verdadeiro? Por que se negar a novamente sentir esse amor? Essa emoção de ser amado e amar... Perdoe minhas falhas, meus defeitos que um dia você disse não serem importantes, perdoe o fato de te amar como nunca amei nada nem ninguém, perdoe-me... apenas isso... perdoe-me! Não sei se mereço este perdão, mas o peço humildemente, te peço como quem pede clemência à beira da morte, eu trocaria a minha vida pela tua, pediria que me matassem no teu lugar, se com isso você fosse viver... por você faria isso mil vezes... não hesitaria um segundo sequer, mesmo que meu sangue corresse de minha garganta cortada aos teus pés por amor, acho que nem assim você me amaria, nem mesmo naqueles últimos instantes de minha vida, acho que nem morrendo por você, você seria capaz de me amar... e como isso dói... e como dói... (não paro de chorar um instante

Não vejo saída para mim, não vejo nada além de uma noite escura e sem estrelas, fria como você. As boas lembranças que carrego comigo – e não são muitas – em quase todas elas é você quem está presente... num banco de praça... numa cadeira de balanço... num palco empoeirado... na minha cama sorrindo para mim inocentemente... de mãos dadas caminhando... assistindo quadrilha... numa janela em uma chácara... numa rede... lembranças... sorrisos... lágrimas e mais lágrimas... talvez você nunca leia isso que estou escrevendo, mas quem sabe alguém pode ler e te dizer que em algum momento da tua vida eu te amei e te amo como jamais alguém no mundo imaginou que fosse capaz de amar... já escrevi 1.122 palavras, (e você pode contar se quiser) e provavelmente eu tenha derramado 10 vezes mais lágrimas do que isso... imaginando o dia que nos casaríamos e seríamos felizes dividindo o mesmo teto. 

Já chorei ao acordar de um sonho que você tinha um filho nosso, e que tinha os seus olhos e minha boca (risos misturados aos soluços do choro), já chorei pelo simples fato de nossa história ter terminado, e por tantas pessoas que vinham a mim e inocentemente diziam que você estava namorando, e como isso é freqüente... e como isso me machuca... porque a única boca que eu realmente desejo é aquela que jamais será minha, é aquela que já beijou tantos que nem mesmo sabe... que já disse “te amo” pra outro e provavelmente de forma sincera e verdadeira, e isso machuca ainda mais... a boca que quero já foi minha... já me disse “te amo”, já me fez rir com comentários fascinantes sobre o jeito de andar de não sei quem, a boca que me chamava de “meu lindinho” e que só dizia isso devido ao olhar que podia ver além da minha desgastada beleza. (quem dera eu fosse belo

Hoje não sei que tipo de pessoa você se tornou, que comidas você gosta, se você ainda gosta de novelas e de ler romances, não sei se você reza antes de dormir e quando acorda, não sei se vai à Missa todos os domingos, não sei se depila com lâmina ou cera, não sei se faz chapinha ou se assumiu os cabelos ondulados de vez (que eu sempre achei lindos), não sei o que você faz quando se sente triste, não sei se a sua vida social ainda é em torno de encontros de teatro e dança, não sei mais nem se você é feliz... só sei que te amo... (chorando muito).

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Forte não?  

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Dança Comigo?


(Leia em voz alta)

Cada partícula do meu corpo exala teu cheiro... Não sei mais quem sou eu...

Corpos misturados, delicados, ouço tua voz trêmula...

Nada me impede, você não me condena!

Umedeço meus lábios com teu mel, deslizo meu corpo sobre o céu...

Descubro as suas cócegas, suas amarras, seus "nãos", suas mãos...

É um conforto descontente: diferente, paladar, aroma, gritar.

Sua inocência perdida instantes antes não te impede de pulsar amor

Sua boca voraz me morde como um raio ataca a flor

Ah! Adoro isso. O olhar sedutor que me busca sem pavor

O medo de ser pego em pleno ato, desapego e falsa dor

Canto o delírio do cego que afirma ter visto uma luz

Busco em teus seios a chave para o cristal que só reluz

Esta pele arrepiada, este suspiro abafado... Morte...

Um menino sorridente chutando pedrinhas... Sorte!

Amar não é pecado! Pudor não é sagrado.

Suas pernas se movimentam como numa dança...

Em teus braços eu volto a ser criança:

Abocanho teus seios, mordo teus dedos e te lambuzo

Escorrego pra dentro de ti... liso... profundo, ardente...

Suas mãos procuram algo pra tocar: minhas costas arranhar...

Nossas vozes não são mais as mesmas, sussurros a cantar

Um instante de silêncio... (pausa para respirar)

Deitada em meu peito, me pergunta se tudo é real

Nada é real, na vida de quem ama tudo é sonho!

Seu olhar já me diz novamente: te quero. Idem.

Bocas se grudam como imãs, pernas se laçam como cordas

Uma nova dança começa, dois pra lá - dois pra cá...

Prazer, medo, olhares, apertos, sorrisos, gritos, gemidos...

Uma valsa banhada a vinho: já rasgou-se o colarinho!

Ah se tudo isso fosse real... Se o sonho não fosse sonho...

Espaço, descalço, derramado em teus braços como chuva...

Busco água em tua boca louca, pergunto com voz rouca:

Onde estamos?

Nus, embaixo das estrelas, contemplando o mar,

Ouvindo o vento forte e uma louca sereia cantar...

terça-feira, 3 de maio de 2011

Quais São as Tuas Armas?


Eu analiso o comportamento humano há alguns anos. Vou dividir um pouco da minha história com vocês: comecei a trabalhar com consultoria empresarial aos 17 anos, ministrando treinamento e consultoria. Ao longo desses nove anos que atuei neste campo vi muitas coisas, aprendi bastante e descobri que cada um de nós possui armas... intelectuais, físicas, psicológicas, sentimentais e que cada pessoa distinta usa suas armas de maneira diferente.

Então, madrugueiros e madrugueiras venho questionar-lhes: Quais são tuas armas? Até que ponto você as tem usado? Tens feito bom proveito delas? Elas estão enferrujadas, sujas, quebradas ou em perfeito estado?

Talvez até agora você não saiba do que eu estou falando, mas isso vai mudar em breve: Nossas armas são as nossas atitudes! Algumas pessoas possuem comportamentos específicos que as diferenciam das demais. Estas são as suas armas: inteligência, beleza, honestidade, sinceridade, lealdade, disciplina, humildade, compromisso e tantas outras virtudes que você possa imaginar. Sim, nossas armas são as nossas virtudes! Mas não eram as nossas atitudes? E não deixaram de ser! Reflita comigo: Uma pessoa inteligente, que não estuda e não busca se aperfeiçoar em nada, será deixada para trás pela sociedade, correto? Sim! Ela tem a virtude, mas lhe falta a atitude. Para que possuamos as armas é necessário que tenhamos virtude e atitude.

De nada adianta você trabalhar o mês inteiro, se matar no trabalho, aturar abusos de toda sorte e ao receber seu salário você o pegar e literalmente tocar fogo nele. Quem seria tão louco a este ponto? Acredite, tem gente fazendo isso neste exato momento, pode ser eu e pode ser você... Usar as nossas armas e desperdiçar os benefícios que elas nos trazem é como tocar fogo no salário. Se você conquistou a confiança de alguém este é o seu salário, trair a confiança desta pessoa é tocar fogo nele...

Não podemos deixar tudo aquilo que conquistamos virar pó! Lembra do seu primeiro dia de aula na faculdade? Aquela empolgação por estar ali? E hoje? Continua a mesma coisa? E seu relacionamento? Onde anda aquele fogo? Foi difícil conseguir o atual emprego? E por que tens trabalhado com tanta falta de vontade? Quantas perguntas hein! Consegue enxergar como tens usado mal as tuas armas? Ou ainda, como você poderia usar melhor as mesmas?

Sim, de fato, cada um de nós pode usar melhor nossas armas, virtudes e atitudes! Estamos no mês de maio e a quantas andam os planos e promessas que foram feitas no ano novo? Será que não é hora de usar as armas para tirar aquele projeto do papel? Pense nisso.

Aprender a identificar as nossas armas é a mais árdua e complicada das tarefas, mas eu estou aqui pra ajudar: Observe as pessoas que te cercam, todas elas. Identifique quem são as pessoas que você considera de sucesso e as de pouco ou nenhum sucesso; e tente entender o porquê delas estarem em grupos distintos. Feito isso, você terá um parâmetro para identificar as armas que a pessoa de sucesso usa (ou usou) e as armas que a pessoa de pouco sucesso não usou.

Já que agora você sabe identificar as armas, por que não identifica as suas? Observe-se a si mesmo, veja onde você está pecando consigo e com os outros e veja onde você está acertando! Minimize os erros e maximize os acertos. No trabalho, em casa, com os amigos, com a pessoa que você se relaciona (ou quer se relacionar), passe a buscar isto: Usar as Armas

Um sorriso é uma arma poderosa, desmonta a defesa de muita gente. As armas são feitas para atacar, mas também para defender. Aprenda a usar as suas para ambos. Ataque com humildade e gentileza e defenda com sorrisos e sinceridade. Use sua atitude para conquistar e abuse de suas virtudes para defender o que conquistou. Seja proativo, não fique morcegando no trabalho, nos relacionamentos e no trânsito. Tenha foco!

Se suas armas estão sujas ou enferrujadas, este é um bom momento para você dar um trato nelas...

E se você não sabe quais são as suas armas, leia este texto mais vezes e converse com alguém sobre ele... 

Sonic... Pra matar a saudade...